Blog da Confraria

Posts de março, 2011

A Questão Nuclear e o Exemplo do Japão

28/03/2011 14:11

)-Alemanha Quer Reavaliar Participação Em ANGRA 3

NOTICIA RECEBIDA DA DW-WORLD.DE DEUTSCHE WELLE

Brasil | 23.03.2011
Alemanha quer reavaliar participação em Angra 3

Governo alemão vai consultar Brasília sobre os padrões de segurança da usina nuclear de Angra 3 e reavaliar fiança bilionária dada à empresa construtora Areva/Siemens.

Diante dos desastres ocorridos com as usinas atômicas no Japão, o governo da Alemanha pretende reavaliar a já prometida fiança bilionária concedida à construção da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro.
Segundo nota do Ministério alemão da Economia divulgada nesta quarta-feira (23/03), o governo brasileiro será consultado para saber em que medida os acontecimentos no Japão terão efeito nos próximos procedimentos e nos padrões a serem utilizados na futura usina.
A Alemanha pretende apoiar a co nstrução da usina com uma garantia de crédito de exportação às empresas nacionais de pouco mais de 1,3 bilhão de euros. Entretanto, até hoje não foram assinados o contrato de fornecimento nem os de financiamento.
Ao oferecer esta fiança ao negócio, o Estado apoia as exportações alemãs e protege as empresas em caso de fracasso. Angra 3 será construída pelo conglomerado francês Areva, do qual também participa a empresa alemã Siemens.

Tecnologia ultrapassada

O Ministério alemão da Economia esclareceu que o governo está reavaliando o caso após o episódio Fukushima. “Por isso o governo discute, agora com mais intensidade, esta fiança federal para crédito de exportação com relação a tecnologia nuclear”, afirmou o ministério.
Organizações de defesa do meio ambiente exigem a revogação desta garantia de crédito. Seus representantes temem que o fato de obras no complexo nuclear de Angra terem atrasado por mais de 30 a nos possa oferecer grandes riscos para o ser humano e para a natureza.
Segundo eles, trata-se de uma tecnologia ultrapassada em um país com “baixos padrões de segurança e sem uma fiscalização nuclear independente”. Além disso, Angra se localizaria na única região com perigo de terremoto no Brasil.
Segundo a bancada do Partido Verde no Parlamento alemão, entre outubro de 2009 e agosto de 2010 o governo em Berlim aprovou dez fianças para usinas nucleares na China, França, Japão, Coreia do Sul, Lituânia, Rússia e Eslovênia.

A ONU Diante da OTAN e da LIBIA

14:06

Crises nos países Árabes: os cuidados que a ONU deve adotar para que a Libia não seja transformada em um novo Iraque

Muito interessante a forma como as manifestações contrárias aos governos estão ocorrendo em vários paises, simultaneamente. E interessante também, são as coincidências que se verificam e as paradoxais formas diferentes de tratar situações quase iguais, de forma completamente diferente, que a ONU e vários países do G7 estão adotando.
Vivemos um momento mundial em que a questão energética é cada vez mais uma aguda preocupação para as nações consumidoras de petróleo. As industrias automobilísticas nunca venderam tantos carros, em todo o mundo, como nos dois últimos anos.
Ai já se tem o primeiro paradoxo: enquanto o mundo se debate por um ar mais puro, e as nações mais ricas continuam aplica ndo poucos recursos nessa direção, as mesmas nações usam de todos os meios possíveis para aumentar a venda de veículos.
Ou seja, os interesses privados de lucro, mais uma vez, comandam questões estratégicas ambientais, que deveriam ser altamente prioritárias em nossa atualidade.
Essas mesmas nações mais ricas, que compõem o G7, e também predominam no Conselho de Segurança da ONU, são as mesmas que, sob o comando da OTAN, e por mandato das Nações Unidas, estão bombardeando a Líbia.
Mas a resolução da ONU autorizou uma ação no sentido de se manter uma zona aérea, um corredor de não-intervenção dos aviões libios, para resguardar uma faixa por onde os cidadãos daquele país pudessem se deslocar sem serem bombardeados.
Muito curioso esse aspecto. Os aviões das nações do G7, comandadas pela OTAN, bombardeiam a Líbia quando deveriam cumprir a ordem da ONU, que era justamente a criação de uma zona sem bombardeios.
As açõ es até então empreendidas começam a lembrar a questão das “armas de destruição em massa”, tão brandidas por Bush e Cheney, para justificar a injustificável invasão e destruição do Iraque.
Os movimentos de oposição e as demonstrações contrárias aos governos de paises árabes, sem qualquer dúvida, ocorrem num momento em que estão disponíveis meios de comunicação mundial e instantânea que geram informação imediata, e que passam a relatar a história de forma pessoal, direta sem a intervenção, ou a interpretação, de intermediários.
Sem dúvida, que os processos sóciopolíticos sofrerão acelerações e mudanças de padrão com as tecnologias disponíveis.
Mas uma dúvida que fica é a razão dessas manifestações não ocorrerem em países onde o uso indiscriminado das redes sociais, com acesso por celular e computador, é muito maior e onde já se tem mais de um celular por habitante. Justamente os países mais ricos do mundo. Os paises árabes, pobres e com grandes fossos em termos de renda e concentração de recursos, já teriam esse contato massificado de seus cidadãos com micros, notebooks, Internet e redes sociais?
Talvez a pobreza, a miséria, a injustiça social, a falta de direitos para as mulheres, tenham influenciado aquelas sociedades muito mais do que se possa aquilatar como espectadores distantes de uma realidade muito pouco conhecida.
Mas não podemos deixar de lembrar das manifestações insufladas por EUA e Inglaterra, no Irã, no ano de 1953, quando juntos, os governos desses dois paises financiaram a escória social da antiga Pérsia, apoiando o Xá, e depuseram um primeiro ministro democrático, escolhido em processo legítimo e legal.
O golpe foi perpetrado para defender os interesses petrolíferos ingleses, que não se conformavam em ter que pagar os valores dos royalties cobrados pelo soberano governo iraniano.
Naquele ano também ocorreram manifesta ções, agitações, explosões e combates de “milícias populares”, contra Mosadegh, o dirigente que não se dobrava e queria que a produção da refinaria de Abadan tivesse um retorno digno para ajudar a financiar a construção de uma sociedade menos miserável.
O financiamento do terrorismo no Irã atingiu seus objetivos imediatos e o ministro indesejado foi derrubado, aprisionado e morreu na cadeia.
O petróleo iraniano foi dominado por ingleses e americanos a preços simpáticos e confortáveis para os golpistas de ambos os lados. Só não foi bom para o povo daquele país, que na miséria e na descrença ficou mais 26 anos nas mãos de uma falsa realeza, montada por interesses menores e sem qualquer preocupação com a cidadania.
Em 1979 em reação ao regime vigente a revolução no Irá foi deflagrada por autoridades religiosas, que hoje ainda comandam aquele país.
Durante a chamada revolução dos Aiatolás, muitas foram as faixas fotografa das nas mãos de populares, que diziam: vamos vingar Mosadegh.
Assim, não são poucas as situações que a história nos coloca para que façamos comparações e a devida e fria análise dos fatos atuais, e que lançam dúvidas sobre a fidedignidade das questões reais que ocorrem no norte da África.
Outro ponto a ser incluído nesse tabuleiro de xadrez geopolítico, é no tocante à Arábia Saudita. Pais ditatorial, que leva o nome da família que o domina, grande produtor de petróleo e com interesses associados aos norte-americanos desde 1930, mantém a sociedade civil sob duro controle político e comportamental, sem que tenha recebido qualquer admoestação dos EUA, da ONU e de qualquer dos países da “coalizão”, que hoje bombardeiam a Líbia, sob o comando da OTAN. Que não deixa de ser outra curiosidade: a OTAN é a sigla de Organização do Tratado do Atlântico Norte, em inglês se escreve NATO.
E essa organização tem mandato para operar no M ar Mediterrâneo, no norte da África?
É claro que essas questões serão respondidas pelo desenrolar dos acontecimentos e o mundo todo aguarda, além da necessária verdade, a pacificação das situações, para que se possa experimentar a paz e o entendimento.
A Democracia é o grande sonho mundial, e a integração entre os povos, com o nivelamento de benefícios e direitos, é o principal objetivo humano.
Para chegar a esses patamares são necessários transparência e respeito no trato das questões essenciais, como garantia de que não se está construindo, ou perpetuando, a existência de dois mundos: o dos que dominam os instrumentos da guerra e da força, e o dos que por elas são dominados.
Postado por Danilo Cunha
www.danilocunha.blogspot.com

O Contexto da Vida

13:53

O CONTEXTO DA VIDA

Seres humanos são seres contextuais.
Todos, desde que nascemos, estamos em um contexto, como os peixes estão na água, como os animais nas terras, no campo, na floresta.
Contextos são como círculos de espelhos nos quais nos refletimos, nos miramos, vemos e somos vistos.
Contextos são as pessoas que nos cercam, os ambientes que habitamos, os lugares que freqüentamos, as emoções que sentimos, as lembranças que temos, os cheiros que reconhecemos, os ruídos que ouvimos, as sensações que percebemos, as percepções que reconhecemos, as imagens que vemos, os sonhos que tivemos, enfim, todo o patrimônio material e não material que nos embala, que nos envolve, que nos acalenta e desenvolve.
Contextos são olhares, sorrisos, muxoxos e tristezas. Contextos são alegria, explosões, música e canções.
Contextos são lágrimas, que correm e secam, que afastam e aproximam, aprovam e reprovam, afagam e agridem.
As pessoas nascem em um contexto, vivem em vários contextos e morrem, ou
começam a morrer, quando ficam descontextualizadas, quando perdem seus contextos, quando não são reconhecidas pelos contextos, quando não mais reconhecem os contextos, ou quando não podem mais erigir contextos.
Contextos são formados por um elenco de imagens, sensações, lembranças, prazeres, dores, saudades, aspirações, realizações, sonhos e emoções.
Contextos e pessoas mantêm uma interatividade, uma conectividade, uma elaboração permanente e evolutiva, regressiva e especulativa.
Nossas roupas são uns dos elementos mais imediatos de nossos contextos físicos, nossas casas, nossa rua, nosso bairro, nossa cidade, nosso trabalho.
Os contextos são dinâmicos, orgânicos, móveis, mutáveis e evolutivos.
Contextos são pessoas, são como pessoas, contextos são a vida.
A relação de ar e umidade, de frio e calor, de vento e água, de céu e nuvem, de árvore e flor, tudo é contexto.
Contexto é vida e dignidade, ou o abandono e a solidão.
Pode ser construção ou destruição. Evolução, atraso, condenação ou perdão. A fome, a saciedade, a justiça e a gratidão. Cura, doença, esperança e salvação.
Ver, sentir, ouvir, cheirar, tocar. Odiar ou amar.
Contexto é herança, evolução, escolha e definição.
Nós construímos contextos, e por interatividade os contextos nos constroem, também.
Ou nos destroem. A linguagem dos contextos é que determina seus efeitos.
Contextos podem ser vida ou morte.
A escolha é nossa!
Seres humanos são microcosmos, são pequenos mundos, são como planetas em uma constelação maior, que é a sociedade em que vivem, o mundo em que habitam.
Pessoas são subjetivas e elaboram idéias, impressões e comportamentos a partir de suas evoluções e subjetividades.
Existem quase sete bilhões de seres na face da Terra, e igual numero de opiniões, idéias e certezas.
Igual numero de identidades pessoais, impressões digitais, dna e padrão de voz.
Somos todos iguais, mas somos todos tão diferentes!
Nossas individualidades sempre concorrem e colidem com a coletividade, com os outros bilhões de mentes, que também possuem suas certezas.
Somos como pequenos planetas, com anéis em torno, que se chocam com os anéis, iguais, dos outros planetas.
Para conviver em ambientes coletivos, os seres humanos constroem pactos éticos para que haja padrões a serem seguidos por todos, de forma a criar espaços coletivos de convívio.
Assim nasceram as leis, os regulamentos, e as regras.
Assim o ser humano evoluiu ao longo dos tempos.
Saímos da idade da pedra, da vida nas cavernas, organizamos a agricultura, fomos para as tribos, para os feudos, para a época dos reis, e depois para as leis.
Esse aprendizado não se deu rápida nem facilmente. Foram muitos séculos de força bruta, de guerras, de dominação pela força e pelas armas.
As sociedades democráticas e organizadas são bem recentes e a construção de civilização, e avanço social, é bem jovem num mundo de milhões de anos.
A verdade é que não sabemos de onde viemos e para onde vamos. Apenas sabemos, um pouco, sobre nossas existências materiais neste mundo conhecido.
Como pouco sabemos elaboramos teorias, construímos crenças, e nos apegamos a opiniões.
O desenvolvimento científico é recente, os avanços em saúde, educação, vida em sociedade, justiça e direitos individuais, e sociais ainda estão em implantação em várias partes de nosso globo terrestre.
A evolução se dá a passos lentos no nível conceitual.
Ciência e tecnologia avançaram, e avançam celeremente pelas mãos dos seres humanos.
Paradoxalmente, os seres evoluem lenta e perigosamente, pois ainda mantemos nossos instintos de sobrevivência muito presentes e nossas reações emocionais facilmente sobrepujam a pseudo-modernidade de nossos comportamentos.
Ainda somos regidos pelo medo da morte, pela fome, pelo sexo, pelas desigualdades e pelas diferenças.
Somos extremamente racionais para desenvolver medicamentos e alimentos com alta dose de tecnologia embarcada, mas ainda não sabemos distribuí-los para todos que os necessitam.
Temos a cura em nossas mãos, mas a doença ainda é muito presente.
Falamos em paz, mas gastamos mais com a guerra do que com a cooperação.
Falamos em amor, mas negamos carinho e solidariedade para quem sofre.
Falamos em ambiente, mas jogamos nosso lixo nos solos e nos mares, no verde, e nos ares, nos rios e em todos os lugares.
Somos um mundo só, um único contexto, e precisamos conviver melhor com os outros e com o nosso mundo.
Para conviver é preciso viver, e para viver, precisamos sobreviver.
Para sobreviver o mundo precisa mudar, novos contextos terão que surgir, novas posturas serão necessárias, e as individualidades terão que evoluir para a cooperação e o coletivo.
A vida é um paradoxo.
Ela é uma aventura, e uma ventura, da qual todos sairemos mortos.
Mas podemos fazê-la melhor.
Danilo Cunha
www.danilocunha.blogspot.com
danilocunha@terra.com.br

Franquias em Florianópolis

18/03/2011 11:16

A palestra de março no núcleo de Florianópolis da Confraria Empresarial promete levar ao público boa parte da experiência de negócios do associado Eduardo Sortica, proprietário de franquias e prestes a se tornar CEO da holding HelloWorld. “O caminho para o sucesso de uma marca” irá abordar o surgimento de uma grande marca, sistemas de franquias e oportunidades para o desenvolvimento do Brasil.

O evento será realizado no dia 30 de março no auditório Teixeirão, no Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a partir das 19h. Mais informações no site da Confraria Empresarial:
http://www.confrariaempresarial.com.br. As inscrições para a palestra, obrigatórias, também podem ser feitas lá.

Palestra “O caminho para o sucesso de uma marca”
Quando: 30 de março às 19h
Onde: Auditório Teixeirão, Centro Tecnológico da UFSC, no campus Trindade, em Florianópolis
Valor: Gratuito
Status: Aberto para convidados

Coaching em Curitiba

11:14

O núcleo de Curitiba da Confraria Empresarial recebe, no dia 23 de março, a palestra “Coaching de Carreira”, das associadas Suzana Coelho, do Instituto Evoluzione, e Helen Günther, da Nippy Eventos. A palestra já foi apresentada, com sucesso, no núcleo de Florianópolis. Durante a apresentação, os participantes são levados a refletir sobre as escolhas profissionais, os caminhos para ganhar mais dinheiro e para alcançar sucesso e equilíbrio. De quebra, podem conhecer mais sobre o processo de coaching, uma ferramenta que facilita o desenvolvimento pessoal e profissional.

Mais informações sobre o evento e sobre as palestrantes podem ser obtidas no site da Confraria Empresarial:
http://www.confrariaempresarial.com.br. As inscrições também podem ser feitas lá.

Palestra “Coaching de Carreira”
Quando: 23 de março às 18h30
Onde: Auditório Glaci Zancan, no bloco 4 da Unibrasil, em Curitiba
Valor: Gratuito
Status: Aberto para convidados

palestra Florianópolis

Novos associados

11:12

A rede de relacionamentos de negócios confiáveis da Confraria Empresarial continua se expandindo Brasil afora. Entre janeiro e março, houve sete novas adições ao grupo: Carlos Eduardo Somaggio, Carlos Tamietto Junior, Leandro Marcucci, Débora Thomaz Martins Seewald, Adrylan Viana, Fabrício Lasmar de Melo e Pablo Ernesto Vigneaux Wilton.

Somaggio é de Florianópolis (SC) e foi indicado pelo associado Alberto Costa. É diretor executivo da Camino Inovação em Educação, uma empresa que desenvolve tecnologia e conteúdos educacionais interativos para computadores, celulares, tablets e mesas interativas. A Camino também desenvolve cursos na forma de jogos digitais, voltados para o desenvolvimento de pessoas.

Leandro Marcucci também é de Florianópolis e foi igualmente indicado pelo associado Alberto Costa. Ele trabalha com a promoção de desenvolvimento humano social e organizacional, é consultor na área de gestão da qualidade e responsabilidade socioambiental e atua como gestor de conflitos e relações de trabalho.

Tamietto é o primeiro contato da Confraria em Maceió (AL) e foi indicado pelo associado Rivalino Matias Junior. Ele é proprietário do TAMIGRUPO, que trabalha com organização de eventos corporativos, técnicos e acadêmicos, com consultoria em tecnologias e eventos e com locação de equipamentos audiovisuais.

Débora Thomaz Martins Seewald, indicada por Carlos Tamietto Junior, é de Uberaba (MG) e trabalha com redes de computadores. Na mesma área de informática e também indicado por Tamietto, Adrylan Viana é outro contato de Maceió e trabalha com software livre.

Mais uma indicação de Tamietto foi o Fabrício Lasmar de Melo, de Contagem (MG), que atua na área de auditoria fiscal, trabalhista e tributária.

Já o Pablo Ernesto Vigneaux Wilton, indicado por Elizabeth Specialski, da Experto Soluções em Gerência do Conhecimento, é de Florianópolis e trabalha com desenvolvimento de sistemas e consultoria em bases de dados e redes.

Sejam bem-vindos!

Negócios confiáveis

11:11

O primeiro encontro dos confrades em 2011 foi marcado por exemplos de sucesso do modelo de articulação de negócios da Confraria Empresarial. Reunidos na noite de 22 de fevereiro no Caffe Cult, em Florianópolis, para um Happy Hour, os participantes da Confraria compartilharam suas experiências sobre como essa rede de relacionamentos tem afetado seus negócios. Os casos individuais foram complementados com uma apresentação da diretora de Negócios, Suzana Coelho, sobre o funcionamento da Confraria e o que é preciso fazer para gerar oportunidades a partir dessa rede de relacionamentos confiáveis.

Noiva maluca, não!

11:10

A Nippy Eventos participa, em março, da mostra CaseBem, uma feira especializada em serviços e produtos para casamentos. O evento será realizado de 17 a 20 de março no Shopping Iguatemi de Florianópolis e a Nippy preparou uma recepção especial para quem visitar o seu estande.

“Estaremos expondo nossos serviços de maneira criativa e bem humorada. Lançaremos a personagem ‘Noiva Maluca’, criada pelo confrade Rodrigo Tramonte com o objetivo de representar o estresse mental e físico a que uma noiva está exposta quando não contrata uma assessoria para seu casamento. Nossa idéia é oferecer serviços de assessoria e cerimonial para afastar a ‘Noiva Maluca’, de modo que o casal e seus convidados possam curtir apenas os bons momentos da celebração”, conta Helen Günther, sócia da Nippy. O estande da empresa também terá surpresas geladas ou cheirosas para atrair os visitantes. Quem contratar os serviços da Nippy durante a mostra terá preços especiais.

A Nippy oferece aos noivos os serviços de cerimonial, assessoria e organização completa do casamento. O cerimonial inclui o levantamento da expectativa dos noivos, cronograma com planejamento das atividades, acompanhamento na escolha de local e empresa de decoração, ensaios da cerimônia, acompanhamento da montagem e desmontagem da estrutura do evento, gerenciamento de fornecedores, recepção aos convidados, orientação dos serviços de buffet e o que mais for necessário para deixar o casal livre par aproveitar a celebração. A assessoria e organização incluem, além do serviço de cerimonial, orientações sobre buffet, convites, trajes, decoração, foto e filmagem, música, lembrancinhas, site, RSVP, contratação de fornecedores e, ainda, a organização de eventos que antecedem o casamento, como chá de lingerie, chá de panela ou despedida de solteiro.

“Levamos soluções e evitamos surpresas inesperadas e indesejadas”, conta Helen. Ela ainda lista outros benefícios da contratação desses serviços: “Com uma assessoria, podem-se construir idéias adequadas ao perfil dos noivos, aproveitar melhor o orçamento disponível, encontrar fornecedores de qualidade e de confiança… isso tudo resulta em uma experiência única para os noivos, que, no dia do casamento, podem contar com profissionais extremamente preparados para que tudo ocorra em perfeita harmonia.”

Para conhecer mais sobre o trabalho da Nippy, acesse: www.nippyeventos.com.br.

Nippy Eventos na mostra CaseBem
Quando: 17 a 20 de março, no horário de funcionamento do shopping
Onde: Shopping Iguatemi de Florianópolis – hall central e piso G1
Valor: Entrada gratuita

Segredos de maquiagem

11:07

As habilidades secretas da fisioterapeuta Patrícia Nobre estão prestes a ser reveladas. A pedidos de amigas e pacientes, ela irá compartilhar os conhecimentos sobre maquiagem adquiridos nos tempos em que fazia maquiagem para desfiles de moda no Vale do Itajaí e para casamentos em Florianópolis. Para aprender técnicas de uniformização da pele ou como fazer aquele olho de revista, as interessadas devem se inscrever até o dia 24 de março pelo e-mail patnobre2006@hotmail.com ou pelo telefone (48) 9993 9930.

O curso de automaquiagem será realizado no dia 26 de março, sábado, das 14h às 17h. As participantes podem levar seus próprios produtos, para aprender a usá-los, e levarão para casa uma apostila com dicas práticas. São apenas 10 vagas. Associadas da Confraria Empresarial têm desconto de 20%.

Curso de automaquiagem
Quando: 26 de março, das 14h às 17h
Onde: Na Clínica Corpo – Rua Nery Cardoso Bittencourt, nº 314, Santa Mônica, Florianópolis
Valor: R$50 (R$40 para associadas da Confraria Empresarial)

curso_automaquiagem

Preparando para o mercado

11:05

A Sinergia Recursos Humanos promove, nos dias 25 e 26 de março, um curso de capacitação profissional voltado para estudantes e profissionais que desejam apresentar-se melhor ao mercado de trabalho. Durante as aulas, o participante irá aprender a elaborar um currículo e a se portar adequadamente em uma entrevista de trabalho e conhecerá mais sobre os processos seletivos de pessoal. “Queremos passar orientações porque sabemos que muitas pessoas deixam de ser contratadas porque não atendem o telefone direito, se apresentam mal ou fazem um currículo muito ruim”, explica a associada Carolina Pizolati Farah.

Interessados devem entrar em contato com a Sinergia pelo e-mail cursos@sinergiarecursoshumanos.com.br ou pelo telefone (48) 3209 8900. O investimento é de R$100, mas grupos com, no mínimo, três pessoas, têm desconto de 25%.

Curso de capacitação profissional
Quando: 25 de março, das 19h às 22h, e 26 de março, das 9h às 12h
Onde: local a definir – Florianópolis (SC)
Valor: R$100 (desconto para grupos)