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	<title>Blog da Confraria &#187; Lígia Fascioni</title>
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	<description>Um espaço de idéias da Confraria Empresarial</description>
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		<title>Palestra nota 10!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 14:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lígia Fascioni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitude profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Humano]]></category>

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		<description><![CDATA[Penso que essa palestra do Fábio Barbosa da série TED resume bem a filosofia da Confraria Empresarial. Identifiquei-me totalmente. Vale a pena assistir até o final.
TED &#8211; Fábio Barbosa

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Penso que essa palestra do Fábio Barbosa da série TED resume bem a filosofia da Confraria Empresarial. Identifiquei-me totalmente. Vale a pena assistir até o final.</p>
<p style="text-align: left"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=SrONJfa9lZU">TED &#8211; Fábio Barbosa</a></p>
<p style="text-align: left">
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		<title>Boas maneiras nos negócios</title>
		<link>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/boas-maneiras-nos-negocios/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 16:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lígia Fascioni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitude profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento de Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na correria do dia-a-dia é comum a gente cometer alguma gafe e não pensar mais no assunto. Pode parecer bobagem, mas convém tomar muito cuidado na maneira como a gente trata as pessoas. Veja se você age assim de vez em quando e saiba como cada uma dessas atitudes é interpretada no mundo dos negócios.

Marcar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-full wp-image-78" src="http://www.confrariaempresarial.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/arrogant.jpg" alt="arrogant" width="240" height="240" /></p>
<p style="text-align: left;">Na correria do dia-a-dia é comum a gente cometer alguma gafe e não pensar mais no assunto. Pode parecer bobagem, mas convém tomar muito cuidado na maneira como a gente trata as pessoas. Veja se você age assim de vez em quando e saiba como cada uma dessas atitudes é interpretada no mundo dos negócios.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Marcar uma reunião com alguém e deixar a pessoa esperando.</strong> Pois é. Com esse comportamento, a pessoa está demonstrando claramente para quem está tomando um chá de cadeira que tem coisas mais importantes para fazer do que atendê-lo. O tempo do visitante não vale nada e o dela é precioso. Os inseguros geralmente usam esse expediente para demonstrar poder, e os desorganizados, para atrapalhar a vida alheia.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Não olhar nos olhos da pessoa com quem se está conversando.</strong> Não dá para imaginar coisa pior do que tentar falar com uma pessoa sobre um assunto e ela não lhe dar a menor bola. A conversa é interrompida à toda hora para dar instruções, assinar papéis ou falar no celular (até atender a um engano é mais urgente que ouvir o interlocutor). Não conheço nenhum jeito melhor para humilhar alguém ou fazê-lo se sentir um estorvo.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Pedir uma proposta “para ontem” e não dar nenhum retorno quando a receber</strong>. Tem gente que solicita um plano detalhado em regime de urgência, sabe que ocupou bastante tempo de quem o fez, e mesmo assim não se dá nem ao trabalho de responder que recebeu o documento. A pessoa está querendo mostrar que é tão importante e ocupada que não teve tempo de ler a mensagem. O que não explica essa estranha mania de fazer as pessoas de bobas.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Não retornar ligações de alguém que ligou uma ou várias vezes</strong>. Esse chato existe com o único intuito de atrapalhar a vida de quem trabalha. Ignorá-lo é o jeito mais eficiente de lhe comunicar isso sem deixar dúvidas. Um raro caso onde não falar nada já diz tudo o que se pensa sobre uma pessoa. O incomunicável só deve rezar para não precisar dela algum dia.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Não agradecer favores</strong>. Há gente que demanda as mais diversas coisas — pede ajuda em um trabalho, quer bibliografia sobre uma matéria, exige o esclarecimento de alguma dúvida, solicita participação em uma pesquisa, reclama o preenchimento de um questionário — quase sempre alguma tarefa que toma bastante tempo e atenção de quem vai responder. É como se o mundo existisse apenas para servi-lo. Para que acusar o recebimento da resposta ou até mesmo agradecer a gentileza? Gente assoberbada de responsabilidades não tem tempo para essas firulas (ela deve considerar o pessoal que faz favores como um bando de desocupados, né?).</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Prometer algo e depois não cumprir</strong>. Há quem adore recolher cartões de visitas e prometer que vai entrar em contato depois ou mandar algum material. Essa gente costuma guardar os cartões em algum lugar e abandonar completamente o assunto. É claro que celebridades influentes se esquecem sempre desses detalhes. Elas não têm tempo para essas miudezas, estão preocupadas apenas com grandes realizações.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Fazer um serviço “meia boca” quando fica descontente com o preço acertado</strong>. Pois é, pelo que o fulano pagou, o serviço está bom demais. O que ele queria? Que competência e brilhantismo fossem desperdiçados com gente que gosta de pechinchar? A excelência e o profissionalismo de alguns estão reservados somente para quem paga bem e variam com a cara e a carteira do cliente. Qualquer semelhança com oportunismo barato não é mera coincidência.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Tratar fornecedores com displicência</strong>. É claro, quem eles pensam que são? O que importa são os clientes potenciais (os que já são “de casa” não precisam de frescuras, eles sabem como se virar). Fornecedores são meros serviçais que deviam dar graças aos céus todos os dias por terem o privilégio de vender para esses executivos tão poderosos e importantes.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Criticar os funcionários na frente dos outros</strong>. Mão-de-obra, hoje em dia, é um problema, né? Não se pode confiar mesmo nesses cabeças-de-bagre que o chefe crítico cuidadosamente selecionou, treinou e contratou. Além disso, é evidente que a empresa dele está nas mãos de gente incompetente, ele é o único cérebro que funciona lá dentro. Se não fosse a genialidade desse sujeito, a firma já teria ido para o buraco.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Receber</strong> <strong>um convite e não responder se vai ou não</strong>. Pense bem: como é que alguém consegue organizar um evento sem saber quantas pessoas vão? Ainda mais se esse evento inclui comida e bebida? Há pessoas muito desrespeitosas que, além de ignorarem o convite, ainda respondem calmamente, quando interpeladas: “<em>Ah, se der eu dou uma passadinha lá depois</em>”. Tradução: “<em>Estou pouco me lixando para o seu evento – se eu não tiver nada melhor para fazer, apareço para marcar presença</em>”.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Pois é. Esquecer-se de que as nossas atitudes traduzem quem somos e o que pensamos pode ser perigoso. Se você é adepto dessas práticas e ninguém mais quiser fazer negócios com você, não reclame. Não dá para dizer que foi um mal-entendido.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Lígia Fascioni | <a href="http://www.ligiafascioni.com.br">www.ligiafascioni.com.br</a></p>
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		<title>Você sabe o que é gestão do design?</title>
		<link>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/voce-sabe-o-que-e-gestao-do-design/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 16:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lígia Fascioni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se você nunca ouviu (ou leu) a expressão “gestão do design”, prepare-se para esbarrar nela freqüentemente nos próximos anos. É que, segundo o filósofo alemão Wolfgang Welsch, “assim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design“.
A expressão foi usada pela primeira vez em 1965, quando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-64 alignleft" src="http://www.confrariaempresarial.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/olho.jpg" alt="olho" width="142" height="140" /></p>
<p style="text-align: left;">Se você nunca ouviu (ou leu) a expressão “gestão do design”, prepare-se para esbarrar nela freqüentemente nos próximos anos. É que, segundo o filósofo alemão Wolfgang Welsch, “a<strong>ssim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design</strong>“.</p>
<p>A expressão foi usada pela primeira vez em 1965, quando o governo britânico instituiu uma premiação para empresas que aplicassem uma <strong>abordagem integrada para as atividades de design</strong> de maneira a contribuir com a qualidade e fosse percebida por todo mundo. Como o prêmio se chamava <em><strong>Presidential Awards for Design Management</strong></em>, a definição ficou valendo. Uma coisa que eu nunca entendi é o nome “<em>presidential</em>” num país parlamentarista como a Inglaterra (provavelmente o presidencial em questão era relativo às sociedades promotoras, a <em>Britains´s Royal Society of Arts</em> e o <em>UK´s Design Council</em>).</p>
<p>Aos poucos, com a popularização nas corporações, a gestão do design passou também a denominar um <strong>instrumento que auxilia os gestores da empresa a trabalharem com a abordagem de resolução de problemas própria do design: valorizar o projeto, o conceito e a estética</strong>. Em outras palavras, trata-se de inserir a cultura do design na empresa e descobrir como essa ferramenta pode torná-la mais competitiva.</p>
<p>Tudo bem, mas como é que isso funciona na prática? Como é que o design pode ajudar a empresa a se diferenciar no mercado? Aha, você deve estar pensando em marcas inovadoras ou linhas arrojadas. Beleza, essa é a parte que mais aparece, mas tem um problema. O primeiro é que linhas arrojadas (seja lá o que isso for), não se aplicam a qualquer empresa. Em segundo, gestão do design é muito mais que isso.</p>
<p>A gestão do design trata justamente de acabar com a história de contratar designers pontualmente, somente para desenvolver uma marca gráfica ou para fazer caixinhas quando o produto já está pronto. A idéia é fazer um diagnóstico e propor inserções estratégicas do design em todas as áreas, atividades, processos, produtos, conceitos, cultura e no que mais for possível. Inocular o design no sangue corporativo, é isso!</p>
<p align="left">
<p align="left">Vamos aos exemplos: o design pode auxiliar a encontrar melhores soluções para o ambiente de trabalho/produção e/ou atendimento a clientes com o objetivo de criar o clima psicológico desejado, melhorar o fluxo de circulação de materiais e de pessoas, sinalizar corretamente os espaços, comunicar a filosofia da empresa e reduzir custos (com o aproveitamento de iluminação natural, a escolha adequada de móveis, etc). Já dá para perceber que pode-se aplicar os conceitos tanto em uma papelaria, como em um restaurante a quilo. Mas também serve para uma multinacional de petróleo ou uma empresa de consultoria.</p>
<p align="left">
<p align="left">Ok, mas vale lembrar que tudo isso tem que estar consonante com a comunicação da identidade corporativa, desde a marca gráfica que deve traduzir com competência os atributos essenciais em todas as aplicações, passando pelo layout da papelaria, as práticas de atendimento e estrutura da informação, o website adequado e funcional, as embalagens sintonizadas com a filosofia da empresa, as apresentações institucionais, e tudo o mais que se possa lembrar. Onde você quiser, dá para encaixar design.</p>
<p>E tem mais: o design pode (e deve) nortear todo o desenvolvimento de novos produtos na empresa, desde o período embrionário até o ciclo de vida ser completado com o descarte. A escolha de materiais, a tradução do posicionamento da empresa, as técnicas de fabricação, o comportamento do consumidor, as funcionalidades, as inovações, as informações. Tudo tem que ter dedo de designer, se a empresa quer entrar para valer na competição.</p>
<p>Bacana, né? Só não consigo entender porque é que isso nem sequer é citado nas faculdades de administração, para ficar só no pessoal diretamente interessado nos resultados. E tem uma coisa pior: as faculdades de design formam designers gráficos, designers de produtos, designers de moda, webdesigners e outros que tais. Mas quem integra tudo isso numa empresa? Quem faz a gestão estratégica do design? Onde se formam os gestores de design? Que eu saiba, no Brasil só há cursos de pós-graduação na área. Mas o pessoal que sai da faculdade acaba entrando no mercado sem muita noção de gestão. Resultado: designers se acham incompreendidos e gestores se sentem irritados.</p>
<p>Pois é, minha gente. O grande desafio agora é formar muitos e excelentes gestores do design e contar ao empresariado sobre a existência e a importância estratégica desses profissionais.</p>
<p>A coisa vai meio devagar, mas eu, pelo menos, estou fazendo minha parte…</p>
<p>Lígia Fascioni | <a title="Lígia Fascioni" href="http://www.ligiafascioni.com.br" target="_blank">www.ligiafascioni.com.br</a></p>
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		<title>Argumentum ad hominem</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 16:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lígia Fascioni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitude profissional]]></category>
		<category><![CDATA[dicas profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sabe quando uma pessoa faz um comentário ou uma observação qualquer e, em vez de refutar o argumento, você critica a pessoa? Automaticamente o assunto tratado fica fora de questão, o foco passa a ser quem o está defendendo. Esse erro de raciocínio é tão antigo e comum que tem até um nome: argumentum ad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-full wp-image-29" src="http://www.confrariaempresarial.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/nickdewar.jpg" alt="nickdewar" width="399" height="373" /></p>
<p style="text-align: left;">Sabe quando uma pessoa faz um comentário ou uma observação qualquer e, em vez de refutar o argumento, você critica a pessoa? Automaticamente o assunto tratado fica fora de questão, o foco passa a ser quem o está defendendo. Esse erro de raciocínio é tão antigo e comum que tem até um nome: <em>argumentum ad hominem</em> (expressão latina que significa “<em>argumento contra o homem</em>”).<span id="more-28"></span></p>
<p>Devia ser óbvio que a validade de um argumento independe de quem o defende, mas não é assim que costuma acontecer com quem não tem como contra-argumentar. Se não se pode contra os fatos, ataca-se as pessoas. Fácil, perigoso, geralmente injusto, mas corriqueiro. É arriscado porque quem muda o foco da discussão geralmente deixa clara a fragilidade de sua linha de raciocínio para os mais atentos, mas adeptos da prática nem sempre se dão conta disso. Aliás, somos todos adeptos da prática (atire o primeiro título de eleitor quem nunca duvidou do que o Paulo Maluf fala só porque era ele quem estava falando), mas alguns <em>ad hominem</em> mais que os outros. Desconfio até que existam viciados.</p>
<p style="text-align: left;">Esse papo todo é porque, às vezes, quando somos especialistas em algum assunto, acabamos tratando os clientes dessa maneira. O sujeito pede que você repense a solução que está apresentando porque ele não gostou e a tentação que nos acomete é ignorá-lo (o cliente não entende do assunto, é um tosco, não alcança a sua genialidade).</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Será que a gente não está subestimando a inteligência alheia? É claro que pode ser um caso de ignorância e mau gosto, mas, depois de se dar conta de como a gente faz isso sem querer no dia-a-dia, talvez fosse mais interessante fazer um esforço e separar claramente as pessoas dos fatos. Ele não gostou? Por que será? Abstraindo o caráter, a cultura e a formação de quem está argumentando, quem sabe a gente pode descobrir que realmente o trabalho poderia melhorar, a solução ainda não está redondinha, que a idéia que ele deu até que pode render.</p>
<p>O que fica difícil de resolver é a crítica pessoal, que não acrescenta nada ao trabalho. Que tal se a gente fizer um esforço coletivo de praticar mais o <em>argumentum</em> e tentar evitar o <em>ad hominem</em>?</p>
<p>Lígia Fascioni | <a title="Ligia Fascioni" href="http://www.ligiafascioni.com.br" target="_blank">www.ligiafascioni.com.br</a></p>
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