<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog da Confraria &#187; Geral</title>
	<atom:link href="http://www.confrariaempresarial.com/blog/categoria/geral/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.confrariaempresarial.com/blog</link>
	<description>Um espaço de idéias da Confraria Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 May 2010 14:23:04 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Relação Cliente X Fornecedor</title>
		<link>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/relacao-cliente-x-fornecedor/</link>
		<comments>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/relacao-cliente-x-fornecedor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 12:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Tramonte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[fornecedor]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/relacao-cliente-x-fornecedor/</guid>
		<description><![CDATA[Amigos,
compartilho com vocês um vídeo que surgiu recentemente no YouTube, que relata com bom humor uma situação pela qual os profissionais de criação passam quase todos os dias. Recomendo fortemente que o vídeo seja mostrado a todos os clientes que questionarem os preços de nosso projetos, e oferecerem contrapropostas absurdas.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,<br />
compartilho com vocês um vídeo que surgiu recentemente no YouTube, que relata com bom humor uma situação pela qual os profissionais de criação passam quase todos os dias. Recomendo fortemente que o vídeo seja mostrado a todos os clientes que questionarem os preços de nosso projetos, e oferecerem contrapropostas absurdas.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uP8OhGzWat0"><img class="aligncenter size-full wp-image-75" src="http://www.confrariaempresarial.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/cliente-fornec-youtube.jpg" alt="cliente-fornec-youtube" width="400" height="244" /></a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uP8OhGzWat0"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/relacao-cliente-x-fornecedor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que é gestão do design?</title>
		<link>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/voce-sabe-o-que-e-gestao-do-design/</link>
		<comments>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/voce-sabe-o-que-e-gestao-do-design/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 16:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lígia Fascioni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.confrariaempresarial.com/blog/?p=63</guid>
		<description><![CDATA[
Se você nunca ouviu (ou leu) a expressão “gestão do design”, prepare-se para esbarrar nela freqüentemente nos próximos anos. É que, segundo o filósofo alemão Wolfgang Welsch, “assim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design“.
A expressão foi usada pela primeira vez em 1965, quando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-64 alignleft" src="http://www.confrariaempresarial.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/olho.jpg" alt="olho" width="142" height="140" /></p>
<p style="text-align: left;">Se você nunca ouviu (ou leu) a expressão “gestão do design”, prepare-se para esbarrar nela freqüentemente nos próximos anos. É que, segundo o filósofo alemão Wolfgang Welsch, “a<strong>ssim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design</strong>“.</p>
<p>A expressão foi usada pela primeira vez em 1965, quando o governo britânico instituiu uma premiação para empresas que aplicassem uma <strong>abordagem integrada para as atividades de design</strong> de maneira a contribuir com a qualidade e fosse percebida por todo mundo. Como o prêmio se chamava <em><strong>Presidential Awards for Design Management</strong></em>, a definição ficou valendo. Uma coisa que eu nunca entendi é o nome “<em>presidential</em>” num país parlamentarista como a Inglaterra (provavelmente o presidencial em questão era relativo às sociedades promotoras, a <em>Britains´s Royal Society of Arts</em> e o <em>UK´s Design Council</em>).</p>
<p>Aos poucos, com a popularização nas corporações, a gestão do design passou também a denominar um <strong>instrumento que auxilia os gestores da empresa a trabalharem com a abordagem de resolução de problemas própria do design: valorizar o projeto, o conceito e a estética</strong>. Em outras palavras, trata-se de inserir a cultura do design na empresa e descobrir como essa ferramenta pode torná-la mais competitiva.</p>
<p>Tudo bem, mas como é que isso funciona na prática? Como é que o design pode ajudar a empresa a se diferenciar no mercado? Aha, você deve estar pensando em marcas inovadoras ou linhas arrojadas. Beleza, essa é a parte que mais aparece, mas tem um problema. O primeiro é que linhas arrojadas (seja lá o que isso for), não se aplicam a qualquer empresa. Em segundo, gestão do design é muito mais que isso.</p>
<p>A gestão do design trata justamente de acabar com a história de contratar designers pontualmente, somente para desenvolver uma marca gráfica ou para fazer caixinhas quando o produto já está pronto. A idéia é fazer um diagnóstico e propor inserções estratégicas do design em todas as áreas, atividades, processos, produtos, conceitos, cultura e no que mais for possível. Inocular o design no sangue corporativo, é isso!</p>
<p align="left">
<p align="left">Vamos aos exemplos: o design pode auxiliar a encontrar melhores soluções para o ambiente de trabalho/produção e/ou atendimento a clientes com o objetivo de criar o clima psicológico desejado, melhorar o fluxo de circulação de materiais e de pessoas, sinalizar corretamente os espaços, comunicar a filosofia da empresa e reduzir custos (com o aproveitamento de iluminação natural, a escolha adequada de móveis, etc). Já dá para perceber que pode-se aplicar os conceitos tanto em uma papelaria, como em um restaurante a quilo. Mas também serve para uma multinacional de petróleo ou uma empresa de consultoria.</p>
<p align="left">
<p align="left">Ok, mas vale lembrar que tudo isso tem que estar consonante com a comunicação da identidade corporativa, desde a marca gráfica que deve traduzir com competência os atributos essenciais em todas as aplicações, passando pelo layout da papelaria, as práticas de atendimento e estrutura da informação, o website adequado e funcional, as embalagens sintonizadas com a filosofia da empresa, as apresentações institucionais, e tudo o mais que se possa lembrar. Onde você quiser, dá para encaixar design.</p>
<p>E tem mais: o design pode (e deve) nortear todo o desenvolvimento de novos produtos na empresa, desde o período embrionário até o ciclo de vida ser completado com o descarte. A escolha de materiais, a tradução do posicionamento da empresa, as técnicas de fabricação, o comportamento do consumidor, as funcionalidades, as inovações, as informações. Tudo tem que ter dedo de designer, se a empresa quer entrar para valer na competição.</p>
<p>Bacana, né? Só não consigo entender porque é que isso nem sequer é citado nas faculdades de administração, para ficar só no pessoal diretamente interessado nos resultados. E tem uma coisa pior: as faculdades de design formam designers gráficos, designers de produtos, designers de moda, webdesigners e outros que tais. Mas quem integra tudo isso numa empresa? Quem faz a gestão estratégica do design? Onde se formam os gestores de design? Que eu saiba, no Brasil só há cursos de pós-graduação na área. Mas o pessoal que sai da faculdade acaba entrando no mercado sem muita noção de gestão. Resultado: designers se acham incompreendidos e gestores se sentem irritados.</p>
<p>Pois é, minha gente. O grande desafio agora é formar muitos e excelentes gestores do design e contar ao empresariado sobre a existência e a importância estratégica desses profissionais.</p>
<p>A coisa vai meio devagar, mas eu, pelo menos, estou fazendo minha parte…</p>
<p>Lígia Fascioni | <a title="Lígia Fascioni" href="http://www.ligiafascioni.com.br" target="_blank">www.ligiafascioni.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/voce-sabe-o-que-e-gestao-do-design/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Ilustração e seus Benefícios</title>
		<link>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/a-ilustracao-e-seus-beneficios/</link>
		<comments>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/a-ilustracao-e-seus-beneficios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 11:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Tramonte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[caricatura]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[identidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mascote]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[personagem]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo tramonte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/a-ilustracao-e-seus-beneficios/</guid>
		<description><![CDATA[
A ilustração, para a maioria dos leigos na área, é apenas um desenho. A verdade é que quanto à técnica, a ilustração pode ser tanto um desenho quanto uma pintura, ou uma gravura, imagem em 3D, colagem, fotomontagem, etc, o importante é o visual dela se encaixar bem no material em que será aplicada. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-61" src="http://www.confrariaempresarial.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/diferencial-tmb1.jpg" alt="diferencial-tmb1" width="400" height="291" /></p>
<p>A ilustração, para a maioria dos leigos na área, é apenas um desenho. A verdade é que quanto à técnica, a ilustração pode ser tanto um desenho quanto uma pintura, ou uma gravura, imagem em 3D, colagem, fotomontagem, etc, o importante é o visual dela se encaixar bem no material em que será aplicada. O conceito mais apropriado para ilustração é “uma imagem utilizada de forma estratégica, com a intenção de favorecer o desempenho de um negócio”.<br />
Ela é criada de acordo com a necessidade de transmissão de idéias de determinado produto ou serviço. Sua criação depende não só da criatividade do ilustrador, mas principalmente de fatores como tipo de técnica, material de aplicação, público-alvo do serviço ou produto, etc. para ser criada.</p>
<p>Por exemplo, se alguém me pedir para desenhar um cachorro, eu vou perguntar primeiro em qual material o desenho do cachorro será utilizado (embalagem de ração, logotipo de pet shop, brinde de loja, convite de festa, etc.), com qual tipo de traço devo criá-lo (traço cartoon, traço realista, traço mangá, toy art, etc.), qual o público-alvo do material (crianças, adolescentes, idosos, empresários, veterinários, etc.).</p>
<p>Cada negócio depende de um estilo de imagem apropriado, por exemplo: não posso desenhar um ursinho cor-de-rosa em traço cartoon para um anúncio de loja de carros, nem uma caveira de pirata com traço “Marvel” para o logotipo de uma floricultura. Portanto, a ilustração precisa ser uma boa figura aliada a uma boa estratégia de marketing.</p>
<p>A ilustração, ao contrário do que se pensa, não é utilizada apenas em publicidade infanto-juvenil, quadrinhos, desenhos animados, camisetas, convites, etc., ela pode ser aplicada em praticamente qualquer negócio. Um médico pode dar aos seus pacientes uma cartilha de cuidados com a saúde, uma agência de consultoria empresarial pode fazer uma HQ sobre o bom relacionamento de patrões com empregados, uma fábrica de motores pode colocar cartazes explicando aos funcionários como organizar o ambiente de trabalho&#8230; enfim, não há restrições quanto à área de aplicação das ilustrações, tudo depende acima de tudo da necessidade do cliente e da mensagem que ele deseja comunicar ao seu público.</p>
<p><strong>Benefícios do uso da ilustração</strong></p>
<p><strong>Personificação dos valores da empresa:</strong> os valores “abstratos” que a empresa atribui ao seu produto ou serviço (conforto, segurança, integridade, agilidade, etc.) assumem uma forma concreta, que interage com o público (exemplos: tigre Tony = vitalidade, energia física / Zé Gotinha = simpatia, zelo pela saúde da criança). Além disso, há também a possibilidade de o próprio produto de uma empresa se tornar um ser vivo.</p>
<p><strong>Diferencial competitivo:</strong> Um produto com uma embalagem ilustrada chama mais a atenção do consumidor do que um produto sem ilustração. Além do impacto visual mais atraente, a ilustração pode mostrar ao consumidor como é a utilização do produto ou contratação do serviço.</p>
<p><strong>Identificação com o público-alvo:</strong> O personagem pode ter visual e comportamento semelhantes ao do consumidor, e viver situações semelhantes às do seu dia-a-dia, ajudando-o a familiarizar com o uso do produto ou a contratação do serviço. Exemplos: o mascote das Loterias da CAIXA é o Pepeu, um cidadão de meia-idade que está sempre “fazendo uma fezinha”; na HQ “Aprenda a Vender Mais e Melhor”, do SEBRAE, os personagens são comerciantes de um mercado público, que aprendem e ensinam conceitos de administração em suas histórias.</p>
<p><strong>Baixo investimento:</strong> a ilustração, em muitos casos, possui menor valor de produção, em comparação com a produção de maquetes ou fotografias. Neste último caso, geralmente se contrata diversos fornecedores como agência de modelos, cenógrafo, fotógrafo, maquiador, figurinista, etc., e para a produção da ilustração, o próprio ilustrador é suficiente na maioria dos casos, pois ele pode criar a imagem no próprio computador, ou em um papel, e em muitas vezes entregá-la no mesmo dia do pedido.</p>
<p><strong>Alto grau de personalização:</strong> as características pessoais do cliente podem ser inseridas no desenho. Nas caricaturas este benefício é mais evidente, e serve como uma forma de fazer o cliente rir de si mesmo.</p>
<p><strong>Leitura de fácil associação:</strong> o texto acompanhado da imagem ajuda a proporcionar uma leitura mais agradável da mensagem. Ver um personagem vivendo e mostrando as situações descritas no texto, geralmente desperta mais o interesse do leitor do que uma pilha de parágrafos com a mesma informação. Atualmente, as obras literárias dos vestibulares são um tipo de material que utiliza este benefício em larga escala, com as suas versões em histórias em quadrinhos.</p>
<p><strong>A imaginação é o limite:</strong> este é um dos benefícios mais importantes, pois a liberdade de combinações de elementos gráficos da ilustração permite que qualquer idéia possa ser colocada em prática. E como a ilustração é uma coisa abstrata por natureza, isso ajuda a retirar parte da artificialidade da idéia retratada, o que não costuma ocorrer em fotomontagens, por exemplo.</p>
<p>Para finalizar, precisando de uma ilustração, não escolham o caminho mais fácil de baixar imagens na Web, pois além da qualidade delas geralmente ser baixíssima, muitas delas possuem direitos autorais, e o uso não-autorizado das mesmas pode gerar processos por parte de seus criadores ou proprietários. Contratem um ilustrador, que ele criará uma imagem completamente sob medida para vocês.</p>
<p>Para conhecerem um pouco de meu trabalho, e conferir alguns dos diferentes usos da ilustração citados acima, entrem em <a href="http://www.rodtramonte.com" target="_blank">meu site</a> e <a href="http://rodtoons.blogspot.com" target="_blank">meu blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.confrariaempresarial.com/blog/2009/a-ilustracao-e-seus-beneficios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
