Blog da Confraria

Posts da categoria 'Planejamento de Carreira'

Workshop transferido

20/10/2011 22:10

O workshop “Mulheres surpreendentes, mulheres competentes – Atitudes e habilidades para um mundo em mudança, das associadas Marina Leal e Aline Senger, que seria realizado no dia 29 de outubro em Florianópolis, foi transferido para o dia 5 de novembro.

Com carga horária de 4 horas, a oficina irá abordar aspectos importantes da vida da mulher contemporânea, como gestão do tempo, imagem pessoal e profissional e networking. O evento será realizado no Espaço Alfa, na Lagoa da Conceição. Valores e inscrições podem ser consultados pelo e-mail mulheres.workshop@gmail.com ou pelos telefones (48) 9635 9236 ou (47) 8802 4714.

Workshop “Mulheres surpreendentes: mulheres competentes”
Quando? 5 de novembro, das 14h às 18h
Onde? Espaço Alfa, na rua Manoel Isidoro da Silveira, nº 322, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC)
Valores: sob consulta

Um treinador para o sucesso

22/04/2011 12:40

Quando as coisas na sua carreira ou no seu negócio não estão indo muito bem ou você acha que poderiam estar indo muito melhor, mas você não sabe o que fazer para mudar a realidade… quem poderá ajudá-lo? O coach é um profissional cada vez mais procurado para orientar a caminhada rumo ao sucesso de um empreendimento ou de uma carreira. Quer saber mais? A coach Marina Leal, associada à Confraria Empresarial, explica como o processo de coaching pode mudar a sua realidade para melhor.

Quais os motivos que podem levar um profissional a contratar um serviço de coaching?
Marina:
O motivo principal é estar com vontade de crescer profissionalmente, aumentar a satisfação com o trabalho realizado, os lucros. Geralmente, as pessoas me procuram porque estão em uma “zona de conforto”, em que os resultados são satisfatórios, mas elas sabem que poderiam tirar muito mais daquilo que fazem, gerar mais lucro, obter mais satisfação e realização – só que elas não estão conseguindo ver COMO fazer essa caminhada.

Quais as etapas desse trabalho de coaching?
Marina:
A primeira etapa é o autoconhecimento. Antes de tudo, é preciso ter bem claro quem você ou sua empresa são: valores, missão, principais talentos, habilidades, competências, e também o que mais atrapalha, aqueles “defeitinhos” – talvez indisciplina, talvez a falta de algum idioma…
Existem ferramentas específicas de coaching para cada descoberta. Usando essas ferramentas, descobrimos, por exemplo, as habilidades que vêm ajudando a pessoa a obter conquistas até o momento, ou aquelas cuja ausência fez com que a pessoa perdesse oportunidades. Sabendo as forças que podem ser melhor aproveitadas e os “pontos negativos” que precisam ser melhorados ou minimizados, podemos definir melhor quem você é, para onde quer ir, aonde quer chegar e por quê.
Então, é hora de tornar-se cada vez melhor fazendo aquilo de que você gosta. Todos os profissionais são especialistas em resolver um problema específico e, quanto melhor e mais rápido você resolver esse problema, você desenvolve uma boa reputação e passa a ser reconhecido como um especialista. Sabendo o que você resolve e para quem, fica mais fácil pensar em estratégias de marketing e onde aplicá-las.
No trabalho de coaching, também ajudamos a reavaliar a agenda do cliente de acordo com a meta que ele quer alcançar, trabalhando, inclusive, noções de administração no tempo. Outro ponto que trabalhamos é o networking. É muito importante ter o conhecimento claro de tudo o que já abordamos até aqui, pois, do contrário, muitas pessoas acabam indo a eventos de networking sem saber aproveitar as oportunidades, sem saber conectar as pessoas àquilo que você e elas estão buscando. No trabalho de coaching, ajudamos a identificar quem já está na sua rede de relacionamentos e a quem você precisa associar-se – pessoas e entidades que têm objetivos similares e que possam estabelecer um relacionamento de contribuição mútua. Também prestamos algumas orientações sobre networking e como ser um excelente “networker”.

Como é feito o coaching de equipes?
Marina:
O coaching em equipe é um pouquinho diferente, por não trabalhar individualmente as questões de cada membro do grupo, e, sim, a meta que todos têm em comum e as dificuldades da equipe para atingir a meta. Por exemplo: não ter clareza sobre o que o grupo está tentando atingir (esse problema é mais comum do que se imagina!), confundir questões individuais com as do grupo, falta de tolerância com os erros (seus e dos demais membros), entre outros. Acontece muito, durante os encontros, a perda do foco de equipe, com os membros voltando-se a si mesmos, “esquecendo” seu papel de “team player”, e o coach precisa estar o tempo todo ajudando os integrantes a pensar como grupo. Os objetivos a serem atingidos nesse tipo de coaching são a melhora dos relacionamentos entre os membros e o maior desempenho da equipe.

O que é preciso ter em mente ao contratar um serviço de coaching?
Marina:
É preciso ter vontade e o comprometimento de entrar em ação para modificar a situação; a vontade de crescer e de ser fiel a si mesmo, de ter uma vida feliz e realizadora. É preciso ter consciência de que nada é mágico; de que o coaching é uma ferramenta de aumento de performance, mas quem vai fazer o trabalho todo é você. E saber que as coisas que realmente valem a pena perseguir e aquelas que trazem resultados impactantes levam tempo, dedicação, esforço, resiliência – mas que, quando estamos caminhando na direção de nossos sonhos, por mais dura que seja a caminhada, o sorriso e a alegria são constantes.

Poderia compartilhar conosco algum case interessante?
Marina:
Um case meu é de uma fisioterapeuta que trabalhava numa clínica onde o atendimento ao público era péssimo (para exemplificar: eu ia até seu consultório semanalmente para realizarmos as sessões e, inúmeras vezes, nenhuma das três recepcionistas respondia ao meu “bom-dia!”), havia favoritismo em benefício dos outros fisioterapeutas da clínica e metade dos pacientes de minha cliente era de convênio – o que reduzia consideravelmente seus ganhos. Trabalhamos durante seis meses e, hoje, ela tem seu próprio consultório, muito mais amplo, bonito e melhor localizado do que a antiga clínica, não depende mais de convênios e vive tranquilamente, com a liberdade de fazer seus horários e lidar diretamente com seus pacientes – sem o intermédio de ninguém.

Como a Confraria Empresarial tem afetado os seus negócios?
Marina:
Sou muito grata à Confraria pelas oportunidades de conectar-me com pessoas importantes para o meu crescimento e desenvolvimento profissional. Especificamente, posso citar, por exemplo, a Lígia Fascioni, que me ajudou a chegar até a presidente nacional da BPW (Business Professional Women), o que gerou uma possível parceria para a promoção do evento Mulheres em Destaque; a Simone Stadnick, por me dar um feedback sobre uma frase no meu website que estava, provavelmente, afastando clientes (ao contrário do que eu acreditei que faria!); ao Alberto Costa, por uma conversa que me ajudou a situar-me no meu foco de trabalho, a colocar os pés no chão; a Nippy Eventos, por colocar-se à disposição para eu aperfeiçoar meu trabalho. Esses são exemplos específicos, mas sou grata a todos e à Elizabeth Specialski e à Suzana Coelho, especialmente, pelo trabalho, empenho e dedicação em oportunizar nosso crescimento profissional. Muito obrigada e contem comigo!

Para conhecer melhor o trabalho da Marina, acesse o site www.marinalealcoaching.com. Lá, você pode deixar o seu contato para receber 30 minutos de coaching gratuito. Em sua página no Facebook, Marina escreve pequenos artigos sobre desenvolvimento profissional.

Resultados positivos

12:27

A palestra “Coaching de Carreira”, ministrada no dia 23 de março pelas associadas Suzana Coelho e Helen Günther em Curitiba, foi muito bem recebida pelos associados e convidados presentes: “A palestra me motivou muito; o meu dia foi produtivo, tomei posse do meu futuro. Vou perseguir meu sucesso em linha reta, estava andando em zig-zag. Foi muito proveitoso, obrigada pela oportunidade. Em breve, pretendo contribuir com o meu conhecimento. O objetivo é nobre, adorei e pretendo multiplicar com meus amigos”, declarou Maria Bernadete Dalosto, que esteve no evento.

O objetivo das palestras da Confraria Empresarial é esse mesmo: compartilhar o conhecimento dos associados em suas áreas de atuação, para beneficiar a todos em seus negócios e carreiras. Associados interessados em apresentar o seu trabalho em uma das reuniões da Confraria serão muito bem recebidos! Basta entrar em contato com as diretoras Elizabeth Specialski (beth@confrariaempresarial.com.br) ou Suzana Coelho (suzana@confrariaempresarial.com.br ).

Coaching em Curitiba

18/03/2011 11:14

O núcleo de Curitiba da Confraria Empresarial recebe, no dia 23 de março, a palestra “Coaching de Carreira”, das associadas Suzana Coelho, do Instituto Evoluzione, e Helen Günther, da Nippy Eventos. A palestra já foi apresentada, com sucesso, no núcleo de Florianópolis. Durante a apresentação, os participantes são levados a refletir sobre as escolhas profissionais, os caminhos para ganhar mais dinheiro e para alcançar sucesso e equilíbrio. De quebra, podem conhecer mais sobre o processo de coaching, uma ferramenta que facilita o desenvolvimento pessoal e profissional.

Mais informações sobre o evento e sobre as palestrantes podem ser obtidas no site da Confraria Empresarial:
http://www.confrariaempresarial.com.br. As inscrições também podem ser feitas lá.

Palestra “Coaching de Carreira”
Quando: 23 de março às 18h30
Onde: Auditório Glaci Zancan, no bloco 4 da Unibrasil, em Curitiba
Valor: Gratuito
Status: Aberto para convidados

palestra Florianópolis

Coaching… Você pode descobrir o seu propósito de vida

14/03/2010 22:42

091001a6763

Talvez você já tenha atingido todas as suas metas, tenha se estruturado bem, com boa administração de tempo e recursos. Porém, ainda tem uma sensação de descontentamento, de que lhe falta algo. Não está satisfeito… Não sofre, porém, sente um imenso vazio de alma…
Todos os tipos de coaching oferecem a possibilidade de crescimento interior, graças ao conhecimento pessoal.
Com o coaching pessoal, você pode identificar um trabalho ou uma atividade que se identifique melhor com seus desejos, com sua razão de viver, enfim, com sua alma. Você pode descobrir o seu propósito de vida. Descobrir sua missão de vida… E, então, VIVER não somente por viver, mas VIVER para SER…

Coaching – use o seu poder de ser feliz!

26/02/2010 22:55

Imagine uma situação em que você sente que tem o poder de realizar seus mais lindos sonhos de vida e, assim, sentir-se feliz, realizado. Saiba agora que você realmente TEM esse poder de ser feliz. Sabe como utilizá-lo? Como colocá-lo em prática?

O Coaching é uma resposta, pois é uma séria ferramenta que lhe coloca no centro de sua própria vida. É um entusiasmante processo facilitador do desenvolvimento pessoal, em que o coachee (cliente) busca a realização de seus objetivos a sua própria maneira. Conta, é claro, com o apoio do coach (o profissional), que funciona de maneira bem similar ao treinador de um atleta. Neste caso, seria um “treinador” para o alcance de objetivos. Ocorre por meio de sessões inspiradoras, que movem a pessoa em direção à realização pessoal e à sensação de satisfação com sua vida.

E hoje, em que área de sua vida você aplicaria o coaching? Qual a área de sua vida que você deseja obter um desempenho superior?

Suzana Coelho e Helen Günther são coachs certificadas pela Sociedade Brasileira de Coaching em Personal and Professional Coaching.

Mais informações no Blog PESSOA S/A

Boas maneiras nos negócios

01/07/2009 14:35

arrogant

Na correria do dia-a-dia é comum a gente cometer alguma gafe e não pensar mais no assunto. Pode parecer bobagem, mas convém tomar muito cuidado na maneira como a gente trata as pessoas. Veja se você age assim de vez em quando e saiba como cada uma dessas atitudes é interpretada no mundo dos negócios.

Marcar uma reunião com alguém e deixar a pessoa esperando. Pois é. Com esse comportamento, a pessoa está demonstrando claramente para quem está tomando um chá de cadeira que tem coisas mais importantes para fazer do que atendê-lo. O tempo do visitante não vale nada e o dela é precioso. Os inseguros geralmente usam esse expediente para demonstrar poder, e os desorganizados, para atrapalhar a vida alheia.

Não olhar nos olhos da pessoa com quem se está conversando. Não dá para imaginar coisa pior do que tentar falar com uma pessoa sobre um assunto e ela não lhe dar a menor bola. A conversa é interrompida à toda hora para dar instruções, assinar papéis ou falar no celular (até atender a um engano é mais urgente que ouvir o interlocutor). Não conheço nenhum jeito melhor para humilhar alguém ou fazê-lo se sentir um estorvo.

Pedir uma proposta “para ontem” e não dar nenhum retorno quando a receber. Tem gente que solicita um plano detalhado em regime de urgência, sabe que ocupou bastante tempo de quem o fez, e mesmo assim não se dá nem ao trabalho de responder que recebeu o documento. A pessoa está querendo mostrar que é tão importante e ocupada que não teve tempo de ler a mensagem. O que não explica essa estranha mania de fazer as pessoas de bobas.

Não retornar ligações de alguém que ligou uma ou várias vezes. Esse chato existe com o único intuito de atrapalhar a vida de quem trabalha. Ignorá-lo é o jeito mais eficiente de lhe comunicar isso sem deixar dúvidas. Um raro caso onde não falar nada já diz tudo o que se pensa sobre uma pessoa. O incomunicável só deve rezar para não precisar dela algum dia.

Não agradecer favores. Há gente que demanda as mais diversas coisas — pede ajuda em um trabalho, quer bibliografia sobre uma matéria, exige o esclarecimento de alguma dúvida, solicita participação em uma pesquisa, reclama o preenchimento de um questionário — quase sempre alguma tarefa que toma bastante tempo e atenção de quem vai responder. É como se o mundo existisse apenas para servi-lo. Para que acusar o recebimento da resposta ou até mesmo agradecer a gentileza? Gente assoberbada de responsabilidades não tem tempo para essas firulas (ela deve considerar o pessoal que faz favores como um bando de desocupados, né?).

Prometer algo e depois não cumprir. Há quem adore recolher cartões de visitas e prometer que vai entrar em contato depois ou mandar algum material. Essa gente costuma guardar os cartões em algum lugar e abandonar completamente o assunto. É claro que celebridades influentes se esquecem sempre desses detalhes. Elas não têm tempo para essas miudezas, estão preocupadas apenas com grandes realizações.

Fazer um serviço “meia boca” quando fica descontente com o preço acertado. Pois é, pelo que o fulano pagou, o serviço está bom demais. O que ele queria? Que competência e brilhantismo fossem desperdiçados com gente que gosta de pechinchar? A excelência e o profissionalismo de alguns estão reservados somente para quem paga bem e variam com a cara e a carteira do cliente. Qualquer semelhança com oportunismo barato não é mera coincidência.

Tratar fornecedores com displicência. É claro, quem eles pensam que são? O que importa são os clientes potenciais (os que já são “de casa” não precisam de frescuras, eles sabem como se virar). Fornecedores são meros serviçais que deviam dar graças aos céus todos os dias por terem o privilégio de vender para esses executivos tão poderosos e importantes.

Criticar os funcionários na frente dos outros. Mão-de-obra, hoje em dia, é um problema, né? Não se pode confiar mesmo nesses cabeças-de-bagre que o chefe crítico cuidadosamente selecionou, treinou e contratou. Além disso, é evidente que a empresa dele está nas mãos de gente incompetente, ele é o único cérebro que funciona lá dentro. Se não fosse a genialidade desse sujeito, a firma já teria ido para o buraco.

Receber um convite e não responder se vai ou não. Pense bem: como é que alguém consegue organizar um evento sem saber quantas pessoas vão? Ainda mais se esse evento inclui comida e bebida? Há pessoas muito desrespeitosas que, além de ignorarem o convite, ainda respondem calmamente, quando interpeladas: “Ah, se der eu dou uma passadinha lá depois”. Tradução: “Estou pouco me lixando para o seu evento – se eu não tiver nada melhor para fazer, apareço para marcar presença”.

Pois é. Esquecer-se de que as nossas atitudes traduzem quem somos e o que pensamos pode ser perigoso. Se você é adepto dessas práticas e ninguém mais quiser fazer negócios com você, não reclame. Não dá para dizer que foi um mal-entendido.

Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br

Matéria RIC Record sobre Planejamento de Carreira

27/05/2009 18:23

Matéria do programa Ver Mais da RIC Record sobre planejamento de Carreira, com Suzana Coelho, psicóloga, diretora do Instituto Evoluzione e da Confraria Empresarial, originalmente postado no Blog Pessoa S/A:

fotosuzanaentrevista